quinta-feira, 21 de março de 2013

Dilma no Vaticano

O assunto que venho abordar aqui hoje é sobre a falta de respeito do governo conosco, na minha opinião, é claro. Segundo o jornal Folha de São Paulo, quatro ministros, assessores e seguranças se hospedaram no hotel Westin Excelsior, um dos mais luxuosos do Vaticano, a diária da suíte presidencial custou R$ 7.700, e a do mais barato custou R$ 910. Uma conta final levantou um gasto de 324 Mil reais, tudo com o dinheiro público. E agora eu me pergunto, por que tanto luxo com o NOSSO dinheiro?! por que levar tanta gente junto ? são perguntas que só a política pode nos responder, mas é óbvio, que não teremos respostas justificáveis sobre isso, e se conseguirmos respostas, elas serão toscas, por que um ato assim, não tem justificativa.

domingo, 17 de março de 2013

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terça-feira, 12 de março de 2013

O tempo

Pois é... fiquei um tempinho sem postar. Essa era intenção para esse post, desde que prometi postar fotos sobre o tema do assunto anterior.

Eis que chegamos ao ponto-chave deste texto: a ansiedade pelo posterior. Os leitores que ficaram esperando as fotos, certamente desistiram após alguns dias de hiato.

Geralmente é o que acontece no nosso cotidiano: esperamos tanto algo, que acabamos desistindo (ou esquecendo), mas quando menos esperamos, acontece do nada.

Isso é algo que eu julgo como incrível, pois na teoria, a paciência "já foi para o beleléu": deixamos por isso mesmo, tendo crença que não irá acontecer.

Enquanto eu digito essas diversas letras repetidas, relembro dessas situações, assim como quem lê, certamente também já passou por alguma situação semelhante, e que deve ter recordado, na certa.

Até hoje, não encontrei uma resposta lógica para isso, mas não julgo uma questão sobrenatural, mas mais precisamente, um tanto (bastante) curiosa.

Minha situação, é que sempre disse para meu pai que queria dirigir ao menos uma vez um carro que compramos, e como a famosa propaganda de uma rede de postos de combustíveis, "apaixonado por carro como todo brasileiro", amava o tal carro - um Fiat Brava -, e sempre recebia um sonoro "não". Acabei esquecendo disso, fui adiante, quando meu pai havia parado em um lugar e eu, como costume, sentei no banco do motorista para escutar música e "namorar" o carro. Tal surpresa foi, quando meu pai senta no banco do carona e pede-me para guiar o carro até em casa (para felicidade geral da nação...). Foi experiência totalmente única, pois uma semana depois vendemos o carro (para tristeza da criatura aqui...).

Enfim, gostaria de quem terminar de ler, relate nos comentários uma situação como essa!

sábado, 23 de fevereiro de 2013

O que é Exumação e corpos incorruptos? - Parte 2

Parte 1: clique aqui.

"Corpos incorruptos" é o termo utilizado para os restos mortais que não sofreram a degradação do tempo, ou seja, não se decompuseram.

É tido por parte dos religiosos, como um fato milagroso. Para reforçar esta afirmação, alguns corpos exalam  odores de flores, principalmente de rosas. No Vaticano, existem cerca de 2000 corpos de propriedade católica. São corpos de santos, santas, Papas e outros religiosos notáveis.

Uma reportagem apresentada em maio de 2009, pelo apresentador Gugu Liberato, quando o mesmo ainda comandava o Domingo Legal, no SBT, sobre os corpos incorruptos, exibiu vários corpos incorruptos, dentre os quais podemos destacar o de Santa Rosa, Santa Teresinha do Menino Jesus, São Padre Pio, Santa Bernadette, Beata Ana Maria Taigi, São Nicolau...

Já houve fraudes comprovadas dentro da Igreja, onde um exame no corpo de Margarida de Cortona, comprovou incisões em suas pernas.

Os corpos incorruptos são considerados fenômenos naturais, pois podem acontecer sem participação química no processo.

Os nomes mais conhecidos por se manterem neste estado são o de Catarina de Bolonha, Santa Bernadette, Santa Rita de Cássia, São João Bosco.

Não há muito o que falar sobre os corpos incorruptos neste artigo, por ser de rápida explicação, mas dá para contar sobre o corpo de Catarina de Bolonha.

Trecho pertencente ao blog Sérgio Gleiston. Para matéria original publicada no dia 29 de outubro de 2010, clique aqui.



"   Seu caso envolve uma série de fenômenos intrigantes. Morreu aos 49, em 9 de março de 1463. Foi enterrada sem caixão, enrolada apenas em um lençol e com uma tábua sobre o corpo, conforme o costume das clarissas. Logo que o corpo desceu ao túmulo, emanava uma fragrância de incrível suavidade, enchendo o cemitério e as áreas vizinhas. Perdurou muitos dias. Não havia árvores, nem flores ou ervas na vizinhança para justificar o odor agradável.

Após dezoito dias do enterro, começaram a acontecer milagres junto ao túmulo. Pessoas incuravelmente doentes saravam.

Decidiram exumar o corpo e colocá-lo num ataúde. O excesso de peso de dois metros de terra úmida e das pedras romperam a tábua e esta dilacerara, desgarrara, quebrara profundamente o rosto da santa. Mas, o corpo permanecia incorrupto, sem indícios de corrupção e aromático.

O corpo foi examinado pelos médicos na presença das autoridades eclesiásticas. As deformações foram se cicatrizando até sumirem completamente. A palidez da morte foi substituída por rosadas maçãs do rosto e cor em todo o corpo como de uma pessoa viva. Transpirava levemente, suor aromático. Foi facílimo despi-la, lavá-la e revesti-la com hábito novo, pois estava bem flexível.

O corpo ficou em exposição dois dias. Houve contínua multidão de pessoas que ficavam alvoroçadas pela incorrupção e pelo “odor de santidade” que emanava do cadáver.

Num dos raros momentos em que a capela não estava cheia, todos viram que o cadáver de Santa Catarina de Bolonha, abriu os olhos e fez um ligeiro gesto com a mão assinalando a menina Leonora Paggi, de 11 anos. Todos também escutaram a voz da defunta (?) dizendo: “Leonora, vem mais perto”. A menina se aproximou e a voz acrescentou: “você será freira neste convento, onde todos te amarão e serás a guardiã do meu corpo”. Oito anos mais tarde, Leonora recusou a mão de um rico pretendente, entrou no convento e foi nomeada guardiã do corpo de Santa Catarina. Viveu naquele convento 55 anos.

[Os movimentos da santa se explicam por telecinesia proveniente, muito provavelmente, de Leonora, mas somente possível porque o corpo se encontrava milagrosamente flexível. A voz também é emissão telérgica: a energia corporal humana (de Leonora?) transformada em som (psicofonia)]

Dois anos depois, a então abadessa das clarissas relata que o rosto da santa estava completamente banhado de suor. Ainda exalava agradável perfume. Arrancaram-lhe um pouquinho da pele de um dos pés e, no mesmo instante, saiu sangue, vermelho como se o corpo estivesse vivo!

Na noite que precedeu à Páscoa, abriram novamente o sepulcro. Encontrou-se a santa com um dos olhos abertos, momentos depois, abriu-se o outro. Fronte brilhante, rosto corado, olhos abertos, refletindo luz.

Três meses depois do episódio, percebeu-se que por duas vezes, a santa sangrou pelo nariz, tão abundantemente que se podia encher um copo.

Doze anos depois, o corpo permanecia incorrupto e absolutamente flexível a ponto de ser colocado sentado em uma cadeira junto ao coral (ver ao lado)

Durante mais de setenta anos, ao menos até 1533, cresciam as unhas das mãos e dos pés do corpo de Santa Catarina de Bolonha. As monjas as aparavam regularmente.   "

Em seguida, galeria de fotos, tanto da exumação como as dos corpos incorruptos.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

O que é Exumação e corpos incorruptos? - Parte 1

Quem já ouviu falar em exumação, que levante a mão.
Quem não ouviu, sente e escute.

Exumação é o ato de remover um cadáver de sua sepultura.

Algumas pessoas possam achar isso terrível, nojento, etc... Mas, isso é uma das melhores hipóteses de confirmar suspeitas de homicídio, exames de DNA, ou causa da morte (quando a mesma for desconhecida).

Nos meios investigativos em que há um antropólogo forense - será explicado adiante -, é comum essa prática, assim como nos meios arqueológicos, principalmente nas múmias.

No Brasil, é comum a exumação para translado, ou seja, a mudança de túmulo. Aqui uma breve explicação sobre as situações mais comuns de exumação:

  • a exumação por tempo de arrendamento do túmulo expirada; a prefeitura cede uma sepultura por um período de três anos (em média), e se a mesma não arranjar outra ou comprar, a prefeitura retira os restos mortais e os coloca nos chamados "ossários".
  • o sepultamento de mais uma pessoa; quando há morte de uma pessoa, o túmulo é aberto para ser "limpo" e o novo caixão ser colocado. Como há um falecido de mais tempo, o caixão "velho" é aberto, retirado os restos mortais do "primeiro morto" e os colocados em um saco ou urna, e colocados ao lado do caixão do "novo morto".
  • exames de DNA: sempre necessita de autorização judicial. É realizado sob afirmação de parentesco, até mesmo sob suspeita. O caso mais recente de exumação para exame de DNA, é o do cantor Tim Maia.
  • investigação policial; sob suspeita de envenenamento ou causa mortis.
Entre fevereiro e setembro de 2012, sob sigilo, foi feito a exumação dos corpos da Família Imperial: D. Pedro I e suas esposas, D. Leopoldina (1ª esposa, que D. Pedro ficou viúvo) e D. Amélia (2ª esposa, viúva de D. Pedro). Descobriu-se alguns fatos que nunca foram comentados ao longo de 180 anos:
  • D. Pedro não foi cremado, como era de crença;
  • D. Leopoldina fora enterrado com dois brincos de bijuteria: dizia-se que era diamantes, mas exames confirmaram que era resina. D. Leopoldina fora sepultada nos mesmos trajes em que foi coroada Imperatriz, no ano de 1822;
  • D. Amélia havia sido mumificada: apesar da pele escurecer, conservou-se cabelos, unhas, cílios e o globo ocular, mais alguns órgãos internos preservados;
  • D. Pedro fora sepultado como um general português, assim como suas comendas. Não possuía nenhuma referência no seu cadáver ao seu período como Imperador, a única que havia era a gravação num dos seus caixões de chumbo "Primeiro Imperador do Brazil", ao lado desta, também fora gravado "Rei de Portugal e Algarves";
  • Havia a suspeita que D. Leopoldina tivesse o fêmur quebrado, na suspeita que D. Pedro havia a derrubado de uma escada, culminando na sua morte;
  • D. Pedro havia quatro costelas fraturadas, todas provenientes entre 1823 e 1829, devido a quedas de cavalo;
  • Aos 66 anos, quando morreu, D. Amélia foi sepultada com trajes pretos e uma pequena cruz de ferro e madeira. Ela ficou de luto por 42 anos, desde o falecimento de D. Pedro até a própria morte.
A matéria completa você confere aqui e aqui. 

Toda a organização foi feita pela a arqueóloga Valdirene do Carmo Ambiel, na tese para o seu Mestrado pela USP. Todo o procedimento foi fiscalizado por um membro da Família Imperial Brasileira. Valdirene teve o apoio da Faculdade de Medicina da USP, onde os restos mortais dos ilustres passaram por exames em aparelhos modernos, descobrindo-se como eles andavam, entre outros fatos.

Amanhã tem a segunda parte e fotos!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Conheça o encantador mosteiro de Vardzia


   Já pensou em conhecer montanha que guarda dentro de si uma espécie de mosteiro que tem mais de 6 mil apartamentos e 14 andares?
   Construído pela Rainha Tamar em 1185 tinha como objetivo proteger as pessoas quando os mongóis invadissem a região.
   O Mosteiro foi danificado e teve algumas partes destruídas após um terremoto que ocorreu na região, além de todo o ocorrido a montanha continua a guardar toda a sua beleza. O mais curioso de tudo é que a única forma de acessar o local é através de túneis que ficam dentro de enormes pedras.
  Atualmente o lugar é cuidado por dois monges que recebem os turistas que vão visitar o mosteiro.


Algumas fotos do fascinante mosteiro:






domingo, 17 de fevereiro de 2013

Seres controversos

Todo mundo fala que certa pessoa é de algo controverso. O fato em si, é que apenas julgamos uma, mas a real, é que não "cuidamos do nosso próprio rabinho".
Quando somos crianças, é normal dizermos que não gostamos de algum alimento, mesmo sem coloca-lo uma vez na boca e sentir seu sabor, mesmo ele sendo bom ou ruim.
Mas o fato que quero abordar neste artigo, é sim essa mesma questão - não necessariamente só de alimentos - em outros assuntos, na qual, um pude presenciar por longa data, e no fim das contas, acabar resultando em uma história um tanto cômica.
Quanto eu era bem mais novo (uns 11, 12 anos atrás -tenho 18-), sempre disse que não gostava de ovo. Até que um dia resolvi o experimentar e gostar, mas isso não é o tema que vou falar, mas é idêntico com o que eu vou relatar:

Meu avô, Dirceu, hoje beirando os seus 63 anos de idade em perfeitas condições físicas e mentais, trabalha a mais de 30 anos como caminhoneiro. Ávido motorista, se envolvera em apenas um acidente de trânsito, sendo que ele nem fora o culpado. Mais experiente condutor da família, é óbvio que já tivera vários veículos que cujos se tornaram símbolos de uma época: Monza, Opala, Karmann-Ghia e claro, o Fusca. Sempre que  fosse questionado sobre carros automáticos - também conhecidos como hidramáticos - falava as mesmas coisas: "carro de preguiçoso"; "é pra quem não sabe dirigir" e por ai vai... Sempre disse que o prazer de dirigir era sentir fazer o carro andar, ou seja, trabalhar seu câmbio: trocar as marchas. Andara de carona em alguns modelos automáticos e dissera que tinha agonia, dava a impressão que se não mexe-se na tal alavanca o carro nunca iria andar. Nunca houve se quer vontade de guiar um, sendo que na família sempre houve pelo menis um modelo em tal configuração. Nos idos do início de novembro do ano 2007, cansado de tanto gastar com uma Palio Weekend 2002 que havia adquirido 7 meses antes, assinara no dia 20 de novembro do mesmo ano, os papeis de compra de um Siena Fire 0km. A palavra manutenção nunca mais foi "carma" na sua casa. Já em 2011, com seu Siena vermelho quitado, pensava em comprar um mais novo, mas acabara esquecendo o assunto. Um ano depois reascendera a ideia de um novo carro 0km, mas as propostas que a concessionária local da Fiat não eram perfeitas, mas também não era mal negócio. Foi quando seu genro oferece a EcoSport de seu pai, pois o mesmo havia adquirido uma nova. Vermelha, completa, bancos de couro e muitos outros opcionais, 29000 km rodados, motor 2.0 16V, mas com um detalhe: câmbio automático. O preço era tentador: os mesmos 38000 reais pedidos no Siena 0km, mas ai é que a balança pegava; carro novo vs. carro usado, sedan vs. SUV, 1.4 vs. 2.0, carro popular vs. carro requintado. Após conversar com a esposa Odete, para a minha surpresa: ele quis a Eco automática. Passado uns dias, pegou a Eco vermelha. Para a minha surpresa, bastou uma volta para acostumar-se. Tal qual não ficou difícil vê-lo andando por ai. Em uma viagem a Três Cachoeiras, quando o fora buscar o caminhão que trabalha, me obriguei a rir: a figura que sempre fora contra veículos hidramáticos, se rendera totalmente a inexistência do pedal da embreagem, ainda dizendo bem alto: "que coisa mais boa isso aqui!".

Agora pergunto-me: isso acontece com outras pessoas? Sim, mas não necessariamente com o carro, mas as mulheres, são disparadamente líderes nesse termo, mas quando o assunto é roupa.

Roupa e mulher é uma combinação perfeita, tal qual mulher e sapato.
Mulher quando vê um vestido ou uma blusa, é natural que há um amor a primeira vista. Mesmo que seja 2 números abaixo do que usa: não adianta, serve nela, quem fala isso são os olhos. Já vi mulheres dando roupas com uma semana de uso, por que não serviu mais, mas uma coisa incrível, é que no dia em que se apaixonaram, casualmente o vestido, coube perfeitamente... Até parece mágica!

Alguns jovens detestam cerveja e que nunca vão tomar, mas numa festa tomam um copo, na outra toma uma lata, depois de umas festas tomam um engradado sozinho... E por ai vai.

Há quem diga que isso não acontece, MAS O FATO QUE SIM, EXISTE! Redes de telefonia é outra coisa: há quem diga que a Tim nunca pega, mas o fato, é que de um modo ou de outro, acaba utlizando um aparelho operado por ela, num local que não tem sinal.

O fato que somos seres controversos, reforça a cada dia, que podemos ser tão ignorantes quanto nós mesmos podemos imaginar/pensar/calcular. O principal fato de sermos tão conservadores, nos fazem acabar    tao controversos do que realmente somos. Acredito ainda que vamos viver num mundo mais amplo intelectualmente. As pessoas mais jovens, da década de 90, já nasceram com uma mente aberta, podendo assim, poder falar abertamente com naturalidade, mesmo se tratando dos assuntos mais polêmicos que possa existir.

Confesso que sou ignorante em boa parte de assuntos que falam de informática, mas não deixo de poder aprender com quem sabe.

Hoje afirmo que as pessoas precisam ouvir antes de fazer algum comentário ou até mesmo tirar uma conclusão, não importa se for do assunto mais simples.

Deixo uma dica para os que lerem esse artigo: escutem, analisam e depois falam. Nunca se posicione contra ou a favor de algo presumidamente, participe de um diálogo, onde possa interagir e tirar suas dúvidas, para enfim, pode se afirmar no assunto.